Conforme a gravidez avança, as futuras mamães começam a se preocupar
com a proximidade do parto e sobre como será esse momento. Anteriormente,
era possível escolher entre o parto normal e a cesariana. Hoje há outras
opções, como é o caso do parto humanizado. Apesar de muitas pessoas acreditarem que parto normal e humanizado são a mesma coisa, na verdade, são situações diferentes. Muitas mulheres têm dado preferência à opção humanizada, pois há um foco maior nas necessidades do bebê e da futura mamãe.


Principais diferenças entre o parto humanizado e o parto normal
O parto tradicional
É aquele em que o bebê nasce por via vaginal. Pode haver anestesia peridural,
com o intuito de diminuir a dor, e uso de ocitocina, para acelerar as contrações
e o ritmo de dilatação, a fim de que o bebê venha ao mundo mais rapidamente.
Outra situação comum no parto tradicional envolve romper a bolsa de água,
quando a dilatação chega a 8 cm. É indicado quando tanto a mãe quanto o
bebê estão bem de saúde. Sendo bem conduzido, não gera nenhum problema.
O parto ocorre no hospital, com uma equipe médica e enfermeiros
acompanhando a mãe e o bebê.
O parto humanizado
É aquele em que a mulher e o bebê são o foco principal do momento. É a
mulher quem toma as decisões e está no controle de tudo. Não são usados
medicamentos para acelerar a dilatação (como a ocitocina) e a anestesia é
indicada apenas se a ela desejar.
O atendimento é único e conta com toda uma equipe especial, que sabe lidar
com essa forma de parto. É respeitada a posição em que a mulher deseja ter o
bebê, o momento do nascimento (não ocorre ruptura da bolsa antes do tempo,
mas de forma natural), não é feita a episiotomia sem que a gestante concorde
e autorize.
Outra grande diferença em relação ao parto normal é que a mulher tem total
liberdade para se movimentar e se alimentar até que o bebê nasça. As
intervenções são mínimas e feitas apenas se necessário ou se a gestante
solicitar.

A equipe médica que acompanha o parto do bebê está presente para guiar o
nascimento e trabalhar junto com a mulher, respeitando suas escolhas e não
impondo protocolos ou aquilo que foi determinado sobre o momento do
nascimento de uma criança.


Para realizar o parto humanizado, tanto a mãe quanto o bebê precisam estar
com boa saúde e haver mais de 37 semanas de gravidez. Assim, não há riscos
para nenhuma das partes. Quando o parto é prematuro ou de gêmeos, é
preciso seguir os protocolos de obstetrícia, para garantir que a mulher e o bebê
fiquem bem.
 
Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que
você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre
este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho
como ginecologista em São Paulo.

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