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Corrimento vaginal: diagnóstico e tratamento

Corrimento vaginal é algo que preocupa a maioria das mulheres. Afinal, o
corrimento pode ser um sintoma de infecção na vagina ou outra doença mais
grave, como câncer do colo do útero. Neste artigo, você vai entender quando
buscar ajuda médica, caso tenha o problema. 


Mas antes, é importante que você entenda que a secreção natural é necessária
para manter a vagina lubrificada e protegida contra infecções. Em algumas
fases, o corrimento vaginal normal, estimulado pela ação do estrogênio,
hormônio feminino, pode ficar mais intenso e até apresentar um odor
diferenciado, sem que haja uma doença infecciosa. Isso acontece durante o
ciclo de ovulação, na gravidez e no climatério, por exemplo. Contudo, sintomas
incomuns, como coceira, ardência e mau cheiro, devem ser diagnosticados o
mais cedo possível. 


Sintomas de corrimento vaginal


A mulher deve ficar atenta às características da secreção vaginal para
diferenciá-la de um corrimento anormal. É importante observar alterações em
volume, cor e cheiro desse líquido. Se essa secreção é intensa, chegando a
transpassar a calcinha, possui coloração amarelada, esverdeada, acinzentada
ou marrom e cheira mal, é essencial marcar uma consulta médica e fazer os
exames que irão identificar as causas da anormalidade.  
Outros sintomas de corrimento vaginal anormal são: ardência ao urinar, coceira
intensa, dor na região pélvica e durante a relação sexual, feridas, verrugas e
bolhas, vermelhidão e inchaço da vulva e da vagina. 
Veja alguns exemplos de doenças ginecológicas que causam corrimento
vaginal: 
 candidíase;
 tricomoníase;
 gonorreia;
 vaginose bacteriana;
 câncer do colo do útero.
Fatores de risco
A flora vaginal é constituída por bactérias que combatem infecções. Contudo,
alguns fatores podem causar o desequilíbrio, reduzindo essa capacidade
natural de defesa contra micro-organismos patogênicos. São considerados
fatores de risco: 


 relações sexuais sem preservativo;
 falta de higiene íntima; uso prolongado de anticoncepcionais;
 uso prolongado de antibióticos;
 diabetes descontrolada;
 menopausa;
 atrofia e ressecamento vaginal;
 perfume íntimo, ducha vaginal e banhos de espuma;
 calcinhas de tecido sintético e roupas apertadas.


Diagnóstico do corrimento vaginal


Além da avaliação física da paciente, é necessário coletar amostra do
corrimento para fazer a análise microscópica em laboratório. O exame tem o
objetivo de buscar micro-organismos causadores de infecções, como os
fungos, as bactérias e os vírus. O médico poderá solicitar exames que medem
o pH da vagina e a bacterioscopia vaginal. 
O exame ginecológico mais popular é o papanicolau, que serve para
diagnosticar o câncer de colo uterino. Se necessário, a paciente também
realizará exames de sangue. Havendo indícios de tumor benigno ou de câncer,
o médico solicitará exames de imagem, como a ultrassonografia transvaginal e
a biópsia. 


A mulher deve buscar o atendimento médico logo que notar um corrimento com
características diferentes da secreção natural da vagina, ao invés de tentar
disfarçá-lo com duchas e desodorantes íntimos. Tudo isso só prejudica ainda
mais a flora da vagina, propiciando condições para a proliferação de micro-
organismos. 

Tratamento do corrimento vaginal

O plano de tratamento depende da causa do corrimento vaginal. Algumas
pacientes só precisam usar a medicação oral e intravaginal (creme ou óvulos
vaginais) prescrita pelo médico, além de mudar hábitos que prejudicam a
saúde ginecológica. A cirurgia é indicada apenas para os casos de câncer
ginecológico. Algumas doenças, como a gonorreia, a clamídia e a tricomoníase
exigem que o parceiro sexual também faça tratamento médico para quebrar o
ciclo de transmissão. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que
você possa ter e ficarei muito feliz em responder os seus comentários sobre
esse assunto. Leia outros artigos e conheça mais sobre o meu trabalho
como ginecologista em São Paulo.

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5 fatores de risco para a gravidez ectópica

O período de gestação é geralmente um momento que exige atenção e
cuidados por parte da mulher a fim de que se desenvolva de forma tranquila
para ela e o bebê. No entanto, existem circunstâncias que podem causar sérios
problemas para a gestante, como a gravidez ectópica. Entenda como isso
acontece e conheça 5 fatores de risco para esse quadro.


O que é gravidez ectópica?


A gravidez ectópica é uma complicação que surge quando a gestação ocorre
fora do útero. Neste caso, o óvulo fecundado se instala de forma equivocada
em lugares que não são adequados para o seu desenvolvimento. Na maioria
dos casos, isso acontece nas trompas de Falópio (gravidez tubária), mas
também há situações em que o ovo se fixa no ovário, no colo do útero ou até
mesmo na cavidade abdominal.


Em uma gravidez normal, após a fecundação, o óvulo migra pela tuba uterina
em direção ao útero, onde ocorre a implantação desse ovo na parede do
órgão. Nos casos de ectopia, essa migração não se desenvolve da maneira
adequada e o óvulo se aloja em outra estrutura.

Sintomas e tratamentos


Os sinais do problema geralmente passam despercebidos no início da
gestação e podem se manifestar entre a sexta e a oitava semana, como dores
abdominais, mal-estar, náuseas e menstruação irregular. Como alguns desses
sintomas também são comuns em uma gravidez normal, muitas mulheres
acabam por ignorar a complicação.
Neste caso, o diagnóstico é feito a partir da análise dos sintomas clínicos,
exames de ultrassonografia transvaginal associados aos indícios e testes
laboratoriais. Um dos hormônios analisados é o Beta HCG, cuja taxa de
elevação abaixo do normal é um indicativo do problema.
Caso a gravidez ectópica seja confirmada, existem dois tipos de tratamento. O
medicamentoso é indicado nos casos em que o embrião apresenta menos de 4
centímetros e ausência de batimento cardíaco no feto. A droga é administrada
via intramuscular para impedir o desenvolvimento do embrião, que é absorvido
pelo organismo.
A outra forma de tratamento é a cirurgia laparoscópica, cujo objetivo é retirar o
embrião e reparar a região danificada. Caso a trompa esteja seriamente
danificada, o profissional pode também realizar a remoção.
5 fatores de risco para a gravidez ectópica

É importante frisar que a gravidez ectópica pode acontecer com qualquer
mulher, mas existem fatores de riscos que aumentam as chances de que isso
ocorra fora do útero e causem problemas de saúde. Os mais comuns são:
Problemas prévios nas trompas.


Caso a mulher já tenha tido lesão estrutural, inflamação ou infecção nas
trompas, o risco aumenta. Além disso, intervenções cirúrgicas ou problemas na
ligadura dessa região também são fatores de risco.

Uso incorreto do DIU
O dispositivo intrauterino é um método contraceptivo comum entre mulheres.
Nesse caso, é o uso incorreto do DIU que contribui para a ocorrência do
problema.

Gravidez ectópica prévia
Se a mulher já teve o problema anteriormente, a chance de desenvolver outra
gravidez do tipo é maior em uma nova tentativa. Por isso, é essencial o
acompanhamento médico.


Doença inflamatória pélvica
Esse tipo é causado com mais frequência por doenças sexualmente
transmissíveis, como clamídia ou gonorreia, que podem deixar lesões e
cicatrizes nas tubas.

Tabagismo
Caso a mulher seja fumante, isso aumenta as chances de problemas durante o
processo de gestação, entre eles, a gravidez ectópica.
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O que é inseminação uterina

A infertilidade causa muita tristeza para a mulher que quer engravidar, porque o sonho de ser mãe e gerar um bebê da própria barriga passa a ser interrompido, e isso acaba sendo um pesadelo. As causas da infertilidade são inúmeras: pode ser somente passageira, ligada ao estresse, hormônios desregulados, obesidade, dentre outros fatores.

O problema também pode ter ligação com algo mais grave, como a síndrome do ovário policístico, que necessita de tratamento específico. Nesse caso, existem diversos procedimentos eficazes que conseguem ajudar a mulher a engravidar e alcançar o sonho tão esperado. Neste artigo, vamos falar sobre a inseminação uterina, que é uma das alternativas para quem sonha em engravidar.

O que é inseminação uterina? 

A inseminação uterina, também denominada como inseminação artificial, consiste em introduzir espermatozoides no interior da cavidade do útero através de um cateter próprio para esse fim. 

Esse tratamento também pode ser associado à terapia para ciclos estimulados, em que a mulher passa a tomar medicamentos que impulsionam a ovulação. Tal inseminação só pode ocorrer se há ovulação – liberação do óvulo para que o espermatozoide o fecunde.

Como é feito? 

Para que esse tipo de inseminação ocorra, é preciso ter controle do ciclo menstrual, para saber ao certo o período de ovulação da mulher. Logo, o acompanhamento com o médico ginecologista deve ser regrado e observado bem de perto. Por quê? Porque o sêmen do parceiro é coletado anteriormente e introduzido no interior da cavidade do útero momentos antes da ovulação. Por isso, é tão importante que o médico possa acompanhar o quadro de perto, para saber a hora certa de fazer esse procedimento. 

Os espermatozoides são escolhidos a dedo, pois somente os mais fortes e aptos para gerar um bebê são introduzidos no útero. O ginecologista faz essa análise antes, para saber o potencial de cada espermatozoide contido no sêmen.

A mulher pode precisar de injeções que estimulam a ovulação e também pode ser pedida uma série de exames, como ultrassografia, para acompanhar o desenvolvimento dos ovócitos. Tudo depende do tratamento e do acompanhamento do ginecologista.

Para quem é indicada a inseminação uterina? 

Como é um tratamento de baixa complexidade, é indicado a qualquer mulher que tenha dificuldade comprovada de engravidar, ou que possua alguma doença que dificulta a liberação de óvulos e que as trompas estejam pérvias. Converse com o seu médico. 

Taxa de sucesso

Tudo depende de cada caso, da evolução e do espermatozoide, mas, no geral, a taxa de sucesso da inseminação uterina vai de 15% a 25%. 

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Gravidez ectópica: conheça os sintomas

Gravidez ectópica é a que se desenvolve fora do útero. No processo normal, o óvulo é fecundado em uma das tubas ou trompas uterinas, próximo ao ovário, e em seguida leva 4 ou 5 dias para percorrê-la, a fim de chegar ao útero, para se fixar na parede deste.

No entanto, pode acontecer de o embrião não chegar ao útero e começar a se desenvolver na própria tuba ou, ainda, em outros locais, como em um dos ovários, no colo uterino ou até numa cavidade abdominal ou no peritônio. Em qualquer um dos casos, o feto não sobreviverá e poderá colocar em risco a vida da mãe, e, por isso, o caso deve ser tratado com urgência. Vamos ver os sintomas e, em seguida, alguns tratamentos.

Os sintomas da gravidez ectópica

Os sintomas se manifestam juntamente dos sinais da gravidez normal, a partir da 5ª semana de gestação (ou seja, depois da suspensão da menstruação), e vão piorando conforme a gestação vai avançando. No início, eles são os mesmos de um aborto espontâneo, como:

  • hemorragia vaginal, leve ou intensa;
  • dor no abdômen.

Quando esse tipo de gestação ocorre na tuba é chamada de gravidez tubária — é a que ocorre na maior parte dos casos de gravidez ectópica. De qualquer modo, uma gestação fora do útero oferece riscos à saúde da mãe devido às hemorragias internas e à possibilidade de rompimento do órgão onde está se desenvolvendo o embrião. Eis alguns sinais que podem indicar essa situação:

  • grande dor na barriga ou na região pélvica, a qual piora com movimento ou esforço. É comum que comece de um lado e depois se espalhe por toda a região;
  • sangramento vaginal, que pode aumentar de intensidade;
  • tonturas, vertigens, desmaios, perdas de consciência, por causa de hemorragias internas;
  • choque hipovolêmico;
  • dor no ombro, por conta de hemorragia no diafragma — o sangramento irrita o músculo, e a dor é sentida no ombro.

Quando se constatam esses sinais, desde as primeiras semanas, é melhor procurar imediatamente um ginecologista ou obstetra, para checar a hipótese de uma gravidez fora do útero. Quanto mais cedo ela for diagnosticada, menos invasivo poderá ser o tratamento.

Os tratamentos

A gravidez ectópica, como se viu, não pode ser levada adiante. O fim da gestação ocorrerá naturalmente, caso contrário, será interrompida pelo médico com o uso de medicamento ou cirurgia. E, no caso da cirurgia, é importante definir qual a melhor possibilidade para evitar danos ao órgão, principalmente a tuba uterina, para não prejudicar a fertilidade feminina.

  • Medicamento: o metotrexato interrompe a formação do feto, e este é reabsorvido pelo organismo em pouco tempo.
  • Cirurgias: a menos invasiva é a laparoscopia — faz-se um furo na barriga da paciente para eliminar o feto (essa técnica também pode ser usada para procurar uma gravidez ectópica). No entanto, se a gestação está avançada e o órgão está se rompendo ou se rompeu, é necessário outro tipo de cirurgia.

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Cisto no ovário: sintomas, causas e tratamentos

A maioria das mulheres já ouviu falar de cisto no ovário, seja através de uma amiga ou em uma consulta ginecológica. Caso você não saiba sobre o que estamos falando, o cisto diz respeito a bolsas de líquido que se formam dentro ou sobre os ovários. Eles podem ser benignos ou malignos. Essa alteração é bastante comum, especialmente em mulheres na faixa dos 15 a 35 anos. Podem, inclusive, aparecer várias vezes ao longo da vida.

Muitas vezes, o cisto se “dissolve” sozinho, sem tratamento, e pode até passar completamente despercebido. Entretanto, ele requer atenção médica quando causa sintomas, ou quando está crescendo. Tais sinais podem indicar complicações na menstruação ou refletir em problemas para engravidar. 

Tipos de cisto no ovário

Foliculares

Surgem quando não há ovulação, ou quando o óvulo não sai, mesmo durante o período fértil. Este tipo costuma não apresentar sintomas e ter entre 2,5 e 10 cm.

Lúteos

Aparecem depois da liberação dos óvulos e também costumam desaparecer sem tratamento. Entretanto, eles podem romper, especialmente durante lesões ou no ato sexual.

Sintomas do cisto no ovário

Quando há sintomas, esses incluem:

  • Irregularidades na menstruação;
  • Maior sensibilidade nos seios;
  • Dor pélvica durante a ovulação, ao evacuar ou durante as relações sexuais;
  • Sangramento vaginal fora do período menstrual;
  • Inchaço no abdômen.

Como a maioria dos cistos não apresenta sintomas, os citados acima acontecem, geralmente, quando há rompimento, torção, sangramento ou mudança de tamanho no mesmo.

Causas

As causas principais dos cistos são mudanças hormonais e erros no processo de ovulação, o que explica porque ocorrem mais durante a puberdade e antes da menopausa. Além disso, não há outras razões identificadas, mas alguns fatores de risco incluem o histórico familiar e uso de medicamentos estimulantes da ovulação. Tais medicamentos são muito usados por mulheres com dificuldade para engravidar. Vale dizer que, por vezes, os cistos podem até ser o motivo da dificuldade.

Tratamentos

O tratamento determinado pelo ginecologista varia muito, de acordo com tamanho e a forma do cisto, sintomas relacionados, idade da paciente e outros fatores. Quando ele não apresenta riscos imediatos, é possível que a única recomendação seja de acompanhamento ao longo dos anos, com exames rotineiros de imagem, como ultrassom além de exame de sangue. É muito importante que a paciente siga essas orientações, visto que a bolsa pode aumentar de tamanho com o tempo e, então, necessitar de outro tipo de tratamento.

Outros tipos de tratamento podem envolver anticoncepcionais, por exemplo, ou mesmo a intervenção cirúrgica. A cirurgia, geralmente, só é indicada quando o cisto no ovário está muito grande, segue crescendo, ou quando apresenta riscos de se tornar maligno, ou mesmo já apresenta sinais de malignidade. Na maioria das vezes, é um procedimento relativamente simples e pode até ser feito através de videolaparoscopia, uma técnica pouco invasiva.

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Hemorragia pós-parto: entenda os riscos e como evitar

A hemorragia pós-parto é a forma mais comum de hemorragia obstétrica (hemorragias que ocorrem durante a gravidez ou parto). É uma das principais causas de morte materna, responsável por quase 70 mil mortes por ano.

Todas as mulheres perdem sangue ao dar à luz. No entanto, a perda de sangue normal é abaixo de 500ml no parto normal e abaixo de 1.000ml na cesárea. Uma vez que a paciente perde mais do que essa quantidade de sangue, ocorre a hemorragia.

Quando ocorre nas primeiras 24 horas pós-parto, é chamada de hemorragia primária. Se ocorrer alguns dias ou semanas pós-parto, é chamada de hemorragia secundária.

Quando ocorre a hemorragia pós-parto?

Este tipo de hemorragia pode acontecer logo após a saída da placenta, quando o útero não consegue se contrair sozinho para comprimir os vasos sanguíneos, o que consequentemente causa mais perda de sangue do que o normal.

Normalmente é mais comum instantaneamente após dar à luz, mas também pode ocorrer semanas depois do parto. No entanto, caso ocorra semanas após o parto, já não coloca mais a vida da mãe em risco de morte – quando tratada cedo.

Algumas das possíveis causas da hemorragia após o parto incluem:

  • Trabalho de parto prolongado (quando já se perdeu muito sangue na tentativa de parto normal e uma cesariana de última hora é necessária)
  • Distensão grande do útero (gêmeos ou mais bebês)
  • Uso de medicamentos (relaxante muscular ou magnésio em excesso)
  • Ferida no útero causada por um parto normal
  • Dificuldades na coagulação sanguínea.

Vale ressaltar que esses fatores de risco tornam a hemorragia pós-parto mais provável, mas não são exatamente as causas de hemorragia. Quando um ou mais dessas possíveis causas estão incluídas, o risco é ainda maior.

Como identificar a hemorragia secundária?

O período de sangramento pós-parto é relativamente normal, pois o corpo da mãe precisa eliminar o material que revestia todo o útero durante a gravidez. No entanto, se esse sangramento continua por mais de quatro dias após o parto, é anormal.

Apenas 1% das mulheres que dão à luz sofre da chamada hemorragia secundária ou tardia, que é quando a hemorragia acontece dias ou semanas depois do parto. Por isso, é importante ficar de olho nos seus sintomas. Então, procure imediatamente um médico se você identificar algum dos sintomas abaixo:

  • Sangramento contínuo mesmo semanas depois do parto
  • Necessidade de trocar de absorvente várias vezes por dia
  • Sangramento com cheiro ruim e cor muito escura
  • Febres ou calafrios

Como evitar este tipo de hemorragia?

Embora não seja possível prever quando haverá esse tipo de hemorragia durante ou após o parto, existem algumas formas de reduzir as chances de ocorrer, como:

  • Tratar a anemia durante a gravidez;
  • Se preparar para o parto normal (aulas de preparação para o parto);
  • Praticar exercícios físicos para ganhar resistência (a fim de que o parto normal seja mais rápido).

Além disso, é extremamente importante tomar medicamentos indicados pelo seu médico, sempre na quantidade e tempo recomendado pelo obstetra.

Enfim, esses foram os riscos da hemorragia após o parto e, embora possa ocorrer raramente, é preciso tomar cuidado com seus fatores de risco e evitá-los.

Conversar com um profissional é a melhor opção para entender sua situação e ajudá-la a entender seus riscos pessoais e identificar boas estratégias para evitar a hemorragia pós-parto.

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Vaginite: Sintomas, causas e tratamento

Vaginite: sintomas, causas e tratamento

Um dos distúrbios ginecológicos mais recorrentes, a vaginite é a inflamação da área íntima da mulher, provocada por microrganismos. Podendo afetar mulheres de todas as idades, incluindo crianças. A sua causa está relacionada não só aos microrganismos, mas também a substâncias como sabonetes e até mesmo roupas.

Quando a vulva também inflama, a condição é conhecida como vulvovaginite. Neste artigo, apresentaremos os sintomas, causas e os meios de tratar a doença. Acompanhe.

Quais os sintomas da doença?

A inflamação da região íntima da mulher traz os seguintes sintomas:

  • corrimento;
  • odor vaginal;
  • irritação na área;
  • secura;
  • sensibilidade;
  • coceira;
  • vermelhidão;
  • inchaço;
  • em alguns casos, a paciente também pode sofrer com micção frequente.

Entendendo as causas da vaginite

As causas da doença são variadas. A faixa etária da paciente é um dos principais fatores que contribuem para essa variação, assim como situações do cotidiano.

Mulheres que fazem uso de calças muito apertadas e produtos como absorventes internos têm maior propensão a desenvolver a inflamação no tecido da região íntima.

Com relação à infecção dos tecidos da vagina causada por bactérias, é importante esclarecer que ela pode ocorrer tanto por conta da má higienização da região, quanto por relações sexuais desprotegidas e após o período menstrual.

Reações alérgicas a determinados produtos que entram em contato com a área também podem resultar na inflamação, tais como: sabonetes normais ou íntimos perfumados, medicamentos, amaciante de roupas, látex de preservativo, papel higiênico perfumado e lingeries de materiais sintéticos.

Transformações no corpo também são uma das causas da vaginite. Mulheres grávidas, em período pós-parto e de amamentação, em tratamento com quimioterapia ou radioterapia e que adentraram a menopausa têm a pele da vagina afinada. Como consequência, ela se torna mais sensível e sujeita a irritações, ardência e dores durante o ato sexual. O corrimento também pode surgir.

Já em crianças, a doença é causada por contaminação pela flora decorrente do trato gastrointestinal, tendo como principais fatores a má higienização da área e das mãos. Alergias também podem ajudar a desenvolver o quadro.

Tratando o problema

Para cada caso específico, há um tratamento. Para saber qual o indicado para o seu caso, o ideal é consultar um ginecologista. Somente esse especialista saberá dizer quais as causas da inflamação, prescrevendo os medicamentos adequados.

Dentre os tratamentos, estão antibióticos, pomadas vaginais, antialérgicos, lubrificantes íntimos e reposição hormonal. Em alguns casos, o ginecologista também poderá prescrever medicamentos para o parceiro da paciente, evitando, assim, novas infecções.

Como se prevenir da doença?

Assim como o tratamento é fundamental, a prevenção também é. Para evitar esse tipo de complicação, a mulher precisa tomar alguns cuidados.
São eles:

  • evitar o uso de shorts e calças muito apertados,principalmente em dias quentes;
  • dormir com pijamas leves ou até mesmo sem calcinha;
  • evitar o uso do absorvente interno por períodos muito longos;
  • não consumir antibióticos sem necessidade;
  • evitar duchas na região íntima;
  • não fazer sexo sem camisinha. Ao ter relações protegidas, evita-se não só a vaginite, como também outras DST.

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Dispareunia: o que é e como tratar

Sentir dor ou desconforto como resultado da penetração durante o ato sexual
pode ser sinal de dispareunia, uma condição que aflige milhares de mulheres
ao redor do mundo e que pode estar relacionada tanto a problemas físicos
quanto a traumas psicológicos.
Apesar de não haver consenso quanto ao número de pessoas que sofrem com
esse mal, alguns estudos, como o publicado pela revista Menopause em 2008,
apontam que cerca de 40% das mulheres sofrem com esse distúrbio que
transforma algo que deveria ser um momento de prazer em um grande
sofrimento.


Diferença entre dispareunia e vaginismo
Enquanto o vaginismo é um mal que se caracteriza pela ocorrência de
contrações e espasmos involuntários dos músculos que envolvem a vagina, a
dispareunia é definida pela sensação de dor que ocorre durante a penetração,
podendo ser dividida em 3 tipos: vulvodínia, quando o desconforto é sentido na
região externa da vagina; uterina, nos casos de dores mais profundas; e “dor
no meio”, que pode ter tanto causas uterinas quanto musculares.
Causas da dispareunia
Muitos fatores podem contribuir para o surgimento de um quadro de
dispareunia, e o diagnóstico dependerá de uma avaliação ginecológica que
levará em consideração tanto análises clínicas quanto laboratoriais, entretanto,
exames de urina e urocultura, laparoscopias e ultrassonografias, por exemplo,
podem ser solicitados pelo médico, que também irá se basear nos relatos da
paciente.
Já dentre as principais causas físicas para o surgimento do problema, é
possível destacar o uso de medicamentos como anti-histamínicos, anti-
hipertensivos, antidepressivos, sedativos e alguns anticoncepcionais orais que
reduzem a lubrificação vaginal. Além disso, algumas doenças podem ser
responsáveis pelo aparecimento dessa condição, dentre elas:
 formação da vagina;
 infecções ginecológicas;
 lesões do trato ginecológico;
 menopausa;
 doenças sexualmente transmissíveis;
 doença inflamatória pélvica;
 infecção urinária;
 cistite intersticial;
 endometriose;
 mioma uterino.

Além disso, quando analisado do ponto de vista psicológico, experiências
traumatizantes, como abuso sexual, depressão, estresse e ansiedade, dentre
outras, também podem contribuir para o desenvolvimento desse quadro.
Tratamentos para a dispareunia
Como as causas para o surgimento desse distúrbio são diversas, as terapias
variam de acordo com a situação de cada paciente. Nesse caso, os
procedimentos podem variar entre o uso de lubrificantes e, em casos mais
avançados, a reposição hormonal. Além disso, nos episódios em que os
sintomas estão associados a fatores emocionais, um tratamento psicológico
poderá ser recomendado pelo médico.
Por fim, vale ressaltar que esse problema não está restrito às mulheres que
estão na menopausa, podendo ocorrer com pessoas de várias idades. Sendo
assim, para que haja a correção da alteração, é importante que a pessoa que
tem os sintomas procure ajuda.
Ginecologistas ressaltam a importância de se buscar um especialista para
tratar esse problema, pois muitas mulheres, por diversos motivos, ainda
sentem medo e/ou vergonha de contarem aos médicos e também aos
parceiros que têm dispareunia, o que acaba prejudicando ainda mais um
diagnóstico precoce.
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Diferenças entre o parto humanizado e o parto tradicional

Conforme a gravidez avança, as futuras mamães começam a se preocupar
com a proximidade do parto e sobre como será esse momento. Anteriormente,
era possível escolher entre o parto normal e a cesariana. Hoje há outras
opções, como é o caso do parto humanizado. Apesar de muitas pessoas acreditarem que parto normal e humanizado são a mesma coisa, na verdade, são situações diferentes. Muitas mulheres têm dado preferência à opção humanizada, pois há um foco maior nas necessidades do bebê e da futura mamãe.


Principais diferenças entre o parto humanizado e o parto normal
O parto tradicional
É aquele em que o bebê nasce por via vaginal. Pode haver anestesia peridural,
com o intuito de diminuir a dor, e uso de ocitocina, para acelerar as contrações
e o ritmo de dilatação, a fim de que o bebê venha ao mundo mais rapidamente.
Outra situação comum no parto tradicional envolve romper a bolsa de água,
quando a dilatação chega a 8 cm. É indicado quando tanto a mãe quanto o
bebê estão bem de saúde. Sendo bem conduzido, não gera nenhum problema.
O parto ocorre no hospital, com uma equipe médica e enfermeiros
acompanhando a mãe e o bebê.
O parto humanizado
É aquele em que a mulher e o bebê são o foco principal do momento. É a
mulher quem toma as decisões e está no controle de tudo. Não são usados
medicamentos para acelerar a dilatação (como a ocitocina) e a anestesia é
indicada apenas se a ela desejar.
O atendimento é único e conta com toda uma equipe especial, que sabe lidar
com essa forma de parto. É respeitada a posição em que a mulher deseja ter o
bebê, o momento do nascimento (não ocorre ruptura da bolsa antes do tempo,
mas de forma natural), não é feita a episiotomia sem que a gestante concorde
e autorize.
Outra grande diferença em relação ao parto normal é que a mulher tem total
liberdade para se movimentar e se alimentar até que o bebê nasça. As
intervenções são mínimas e feitas apenas se necessário ou se a gestante
solicitar.

A equipe médica que acompanha o parto do bebê está presente para guiar o
nascimento e trabalhar junto com a mulher, respeitando suas escolhas e não
impondo protocolos ou aquilo que foi determinado sobre o momento do
nascimento de uma criança.


Para realizar o parto humanizado, tanto a mãe quanto o bebê precisam estar
com boa saúde e haver mais de 37 semanas de gravidez. Assim, não há riscos
para nenhuma das partes. Quando o parto é prematuro ou de gêmeos, é
preciso seguir os protocolos de obstetrícia, para garantir que a mulher e o bebê
fiquem bem.
 
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este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho
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7 benefícios do orgasmo para o corpo

O orgasmo é o clímax da relação sexual, mas também pode ser atingido pelo
estímulo em zonas específicas, como as genitais e zonas erógenas. Além da
ótima sensação que esse prazer nos dá, ainda traz uma série de benefícios
para o corpo, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.

Dessa forma, é imprescindível que tanto mulheres quanto homens saibam
como é vantajoso para a própria saúde ter um orgasmo. Do alívio de dores até
uma maior longevidade, esse processo natural ainda é desconhecido para
muitas pessoas. 

7 benefícios do do orgasmo
1# Imunidade alta
Foi a essa constatação que pesquisadores americanos da Wilkes University
chegaram: a imunidade das pessoas que atingem o clímax sexual aumenta.
Isso se dá pela maior produção do anticorpo denominado IgA, que ajuda em
processos inflamatórios e no combate a doenças como a gripe.

2# Melhora a aparência de cabelos e pele
A vasodilatação de veias e artérias é uma das consequências no momento em
que chegamos a esse auge na relação sexual. Essa reação se reflete em uma
melhor aparência da pele e dos cabelos, tudo devido aos níveis de alguns
hormônios, como o estradiol, o mais importante para a mulher. O resultado foi
comprovado por meio de uma pesquisa britânica da Universidade Queens.

3# Fortalece o coração
O aumento no nível do estrogênio no corpo da mulher é uma das
consequências da sensação em destaque neste artigo. E o Instituto Nacional
de Saúde dos Estados Unidos comprovou que pessoas do sexo feminino com
níveis maiores desse hormônio no corpo ― muitas pela vida sexual ativa ―
tinham quase a metade de chances de desenvolver uma doença cardíaca em
relação ao grupo com menos quantidade.

4# Diminui as dores
Talvez esse seja o sintoma mais visível, principalmente pela ação imediata: o
clímax sexual é o melhor analgésico natural do qual o seu corpo dispõe quando
você sente dores. Um estudo do The Journal of Sex Research comprovou isso:
o organismo libera grandes quantidades de ocitocina e endorfina que,
somadas, aliviam a dor.

5# Ajuda na cólica menstrual

Outro ponto, baseado no mesmo estudo descrito acima, é a cólica menstrual.
Com a liberação de hormônios em altos níveis, a região uterina está dentre as
mais beneficiadas, junto à cabeça. Esse é um fato relativamente desconhecido,
principalmente pelo mito de que o sexo pode piorar as dores na região.

6# Qualidade do sono
Quer dormir bem? Tenha orgasmos. A endorfina novamente tem papel decisivo
nesse sentido, atuando junto ao relaxamento muscular e contando com a ajuda
do cérebro, que ajusta o relógio natural para noites mais tranquilas – e uma
consequente qualidade do sono. O estudo é da Universidade de Campinas
(Unicamp).


7# Você vive mais

Sim: ter orgasmo, de forma rotineira, contribui para que a pessoa viva mais – e,
claro, melhor. Essa é a conclusão obtida a partir de entrevistas com cerca de
3,5 mil pessoas da Europa e dos Estados Unidos. Os dados analisados
mostraram que o grupo que apontou ter uma vida sexual mais ativa tinha
melhor aparência – além de proteger a saúde com as características citadas
acima.


Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que
você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre
este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho
como ginecologista em São Paulo.

Gravidez ectópica: conheça os sintomas

Gravidez ectópica é a que se desenvolve fora do útero. No processo normal, o
óvulo é fecundado em uma das tubas ou trompas uterinas, próximo ao ovário,
e em seguida leva 4 ou 5 dias para percorrê-la, a fim de chegar ao útero, para
se fixar na parede deste.
No entanto, pode acontecer de o embrião não chegar ao útero e começar a se
desenvolver na própria tuba ou, ainda, em outros locais, como em um dos
ovários, no colo uterino ou até numa cavidade abdominal ou no peritônio. Em
qualquer um dos casos, o feto não sobreviverá e poderá colocar em risco a
vida da mãe, e, por isso, o caso deve ser tratado com urgência. Vamos ver os
sintomas e, em seguida, alguns tratamentos.
Os sintomas da gravidez ectópica
Os sintomas se manifestam juntamente dos sinais da gravidez normal, a partir
da 5ª semana de gestação (ou seja, depois da suspensão da menstruação), e
vão piorando conforme a gestação vai avançando. No início, eles são os
mesmos de um aborto espontâneo, como:
 hemorragia vaginal, leve ou intensa;
 dor no abdômen.
Quando esse tipo de gestação ocorre na tuba é chamada de gravidez tubária
— é a que ocorre na maior parte dos casos de gravidez ectópica. De qualquer
modo, uma gestação fora do útero oferece riscos à saúde da mãe devido às
hemorragias internas e à possibilidade de rompimento do órgão onde está se
desenvolvendo o embrião. Eis alguns sinais que podem indicar essa situação:
 grande dor na barriga ou na região pélvica, a qual piora com movimento
ou esforço. É comum que comece de um lado e depois se espalhe por
toda a região;
 sangramento vaginal, que pode aumentar de intensidade;
 tonturas, vertigens, desmaios, perdas de consciência, por causa de
hemorragias internas;
 choque hipovolêmico;
 dor no ombro, por conta de hemorragia no diafragma — o sangramento
irrita o músculo, e a dor é sentida no ombro.
Quando se constatam esses sinais, desde as primeiras semanas, é melhor
procurar imediatamente um ginecologista ou obstetra, para checar a hipótese
de uma gravidez fora do útero. Quanto mais cedo ela for diagnosticada, menos
invasivo poderá ser o tratamento.
Os tratamentos

A gravidez ectópica, como se viu, não pode ser levada adiante. O fim da
gestação ocorrerá naturalmente, caso contrário, será interrompida pelo médico
com o uso de medicamento ou cirurgia. E, no caso da cirurgia, é importante
definir qual a melhor possibilidade para evitar danos ao órgão, principalmente a
tuba uterina, para não prejudicar a fertilidade feminina.
 Medicamento: o metotrexato interrompe a formação do feto, e este é
reabsorvido pelo organismo em pouco tempo.
 Cirurgias: a menos invasiva é a laparoscopia — faz-se um furo na
barriga da paciente para eliminar o feto (essa técnica também pode ser
usada para procurar uma gravidez ectópica). No entanto, se a gestação
está avançada e o órgão está se rompendo ou se rompeu, é necessário
outro tipo de cirurgia.

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